segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

A rede é a mensagem


A Internet é o tecido de nossas vidas. Se a tecnologia da informação é hoje o que a eletricidade foi na Era Industrial, em nossa época a Internet poderia ser equiparada tanto a uma rede elétrica quanto ao motor elétrico, em razão de sua capacidade de distribuir a força da informação por todo o domínio da atividade humana. Ademais, à medida que novas tecnologias de geração e distribuição de energia tornaram possível à fábrica e a grande corporação como os fundamentos organizacionais da sociedade industrial, a Internet passou a ser a base tecnológica para a forma organizacional da Era da Informação: a rede.
Uma rede é um conjunto de nós interconectados. A formação de redes é uma prática humana muito antiga, mas as redes ganharam vida nova em nosso tempo transformando-se em redes de informação energizadas pela Internet. As redes têm vantagens extraordinárias como ferramentas de organização em virtude de sua flexibilidade e adaptabilidade inerentes, característica essencial para se sobreviver e prosperar num ambiente em rápida mutação. É por isso que as redes estão proliferando em todos os domínios da economia e burocracias centralizadas e superando-as em desempenho. Contudo, apesar de suas vantagens em termos de flexibilidade, as redes tiveram tradicionalmente de lidar com um grande problema, em contraste com hierarquias centralizadas. Elas têm tido considerável dificuldade em coordenar funções, em concentrar recursos em metas específicas e em realizar uma dada tarefa dependendo do tamanho e da complexidade da rede.
Durante a maior parte da história humana, diferentemente da evolução biológica, as redes foram suplantada como ferramentas de organizações capazes de congregar recursos em torno de metas centralmente definidas, alcançadas através da implementação de tarefas em cadeias de comando e controle verticais e racionalizadas. As redes eram fundamentalmente o domínio da vida privada; as hierarquias centralizadas eram o feudo do poder e da produção. Agora, no entanto, a introdução da informação e das tecnologias de comunicação baseadas no computador, e particularmente a Internet, permite às redes exercer sua flexibilidade e adaptabilidade, e afirmar assim sua natureza revolucionária. Ao mesmo tempo, essas tecnologias permitem a coordenação de tarefas e a administração da complexidade. Isso resulta numa combinação sem precedentes de flexibilidade e desempenho de tarefa, de tomada de decisão coordenada e execução descentralizada, de expressão individualizada e comunicação global, horizontal, que fornece uma forma organizacional superior para a ação humana.  

Fonte: livro A Galáxia da Internet, autor Manuel Castells, editora Zahar

domingo, 30 de janeiro de 2011

Pense na abrangência geográfica de seu negócio


De nada adianta um link patrocinado de uma academia de natação que fique em Belém ser lido por um usuário que more no Rio de Janeiro. Dependendo da área de atuação de seu negócio, faça um anúncio para que seja veiculado apenas na região em que se encontra seu mercado. O AdWords oferece a opção de delimitar de maneira bem precisa a região em que os anúncios serão veiculados. Pode-se escolher a veiculação por cidade, por distância de uma determinada latitude e longitude ou ainda delimitar uma área específica.

Fonte: livro: Google Marketing, autor: Conrado Adolpho Vaz, editora Novatec

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O perfil do consumidor


A Deloitte fez uma pesquisa – O futuro da Mídia – em que expõe, até mesmo no Brasil, o comportamento dos consumidores com relação à mídia.

Os grupos ficaram assim divididos:

Geração “NET” OU “Y”, na faixa etária de 14 a 25 anos;

“Seguidores da geração NET”, na faixa etária de 14 a 19 anos;

“Líderes da geração NET”, na faixa etária de 20 a 25 anos;

Geração “X”, na faixa etária de 26 a 42 anos;

Geração “Baby Boom”, na faixa etária dos 43 aos 61 anos;

Geração “Madura”, na faixa etária de 62 a 75 anos.

Este é outro estudo que vale à pena baixar e analisar cuidadosamente. Traz um universo muito rico de informações a respeito do consumidor on-line brasileiro.
A seguir transcrevo alguns trechos do estudo para que tenha uma prévia da análise feita por ele.

Com relação a entretenimento, 81% consideram o computador um meio de entretenimento mais importante que a TV e 58% deles disseram que videogames, jogos no computador e on-line são importantes fonte de entretenimento.

50% dos entrevistados estão atentos aos lançamentos tecnológicos e tentam adquirir rapidamente esses equipamentos.

47% usam o celular como um dispositivo de entretenimento.

83% dos entrevistados fazem seu próprio conteúdo de entretenimento, por meio, por exemplo, da edição de fotos, vídeos e músicas.

A TV perde influência entre os mais jovens. Os da chamada Geração Net consideram a televisão e os jornais relativamente menos influentes, sendo que a curva estatística da influência da internet, dos telefones celulares e dos videogames cresce entre esse segmento de idade.
Na Internet, os entrevistados consideram a publicidade apresentada nos resultados de mecanismos de busca e os banners de propaganda os mais influentes.

Fonte: livro Google Marketing, autor Conrado Adolpho Vaz, editora novatec.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A praça é nossa!

Da mesma maneira que o dito horário nobre passa do público para o privado, o conceito clássico de praça também o faz.
Ainda temos em nosso subconsciente a intrínseca ligação entre a economia dos átomos (aquela que acompanha todas as coisas físicas, a economia dos objetos) e a economia dos bits (aquela que acompanha os dados, a economia da informação) - como diria Nicholas Negroponte em seu clássico Vida digital. Não nos parece racional desvinculá-las, contudo, quando você compra um CD pela Internet, o que comprou, na realidade, foi a informação; quando o CD chega à sua casa em um pacote do Submarino, dois dias depois, o que chegou foram os átomos daquele CD. Você comprou os bits e recebeu os átomos dias depois. Este é o exemplo mais simples da desvinculação da economia dos átomos e da economia dos bits.
Se você tem um negócio que entrega informação em mídia física - seja ela, CDs, DVDs, livros etc. - é melhor repensar seu modelo de negócios. Ele está, no mínimo, muito ameaçado. Informação é bit e bit é entregue pela internet. De preferência, de graça.
Quando falamos em praça, estamos acostumados a pensar em um local onde consumidores realizam suas trocas - tal praça mudou bastante e se mudou para dentro de nossos computadores e celulares ligados à web. Quando mencionamos a distribuição também observamos que ela mudou completamente sua forma por meio do barateamento da logística e da mudança na natureza dos produtos, que hoje podem ser bits como custo de estoque e de transporte próximos de zero.
Pense em um cartão de crédito. Na realidade, o dinheiro de plástico que utilizamos hoje não é dinheiro em si, mas sim, informação sobre dinheiro. Trocamos informação sobre dinheiro por bens tangíveis. A informação vale dinheiro, literalmente.

fonte: livro Google Marketing, autor Conrado Adolpho Vaz, editora novatec.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Onde está o dinheiro?

Ao longo de toda a história, a arte e a cultura ajudaram a construir pontes entre gerações, estabelecer uma rica herança e gerar riqueza. Hoje, o principal valor das companhias da Web 2.0 está em dólares da publicidade, não em estabelecer um rico legado cultural. Veja o Google, por exemplo, o paradigma econômico de uma companhia de mídia da Web 2.0 verdadeiramente bem-sucedida. Com uma capitalização de mercado de aproximadamente 150 bilhões, a companhia do Vale do Silício teve em 2005 uma receita de 6,139 bilhões de dólares e um lucro de 1,465 bilhões de dólares. Revelador é o fato de que, em contraste com companhias como a Time Warner ou a Disney, que criam e produzem filmes, música, revistas e televisão, o Google é um parasita; não cria nenhum conteúdo próprio. Sua única realização é ter descoberto um algoritmo que estabelece links entre conteúdo preexistente e outros conteúdos preexistentes na internet e cobrar dos anunciantes cada vez que um desses links é clicado. Em termos de criação de valor, não há nada ali afora seus links.
O âmago do negócio do Google, 99% de sua receita, reside na venda de publicidade. De fato, dos 16 bilhões gastos por todas as indústrias com publicidade online em 2006, estima-se que 4 bilhões, colossais 25%, foram para o Google.

fonte: livro O culto do amador, autor Andrew Keen, editora Zahar.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Como a Google define maldade

Eric Shimidt certa vez brincou dizendo que maldade era qualquer coisa que Sergey Brin dissesse assim ser. As experiências da Google mostram como é difícil encontrar a definição de maldade.
Brin diz que costuma haver discussão sobre a definição de maldade e sobre como não ser maldoso. "Lidamos com todo tipo de informação", ele diz.
Há sempre alguém chateado, não importa o que a gente faça. Temos que tomar decisões, senão, começa um debate interminável. Alguns assuntos são cristalinos. Quando eles são menos claros e as opiniões divergem, às vezes temos que romper relações. Por exemplo : não aceitamos anúncios de bebidas alcoólicas pesadas, mas aceitamos anúncios de vinho. É apenas referência pessoal. Não tentamos impor percepção de ética nos resultados de busca, mas nós o fazemos quando se trata de propaganda.
Quando a revista Mother Jones publicou: "Is Google Evil?" (A Google é maldosa?), a discussão ficou séria. "Ao se deparar com fazer a coisa certa ou fazer o que segue os interesses da empresa, a Google quase sempre escolhe a conveniência", escreveu a Mother Jones.
Como prova disso, a revista citou os incidentes em que a Google eliminou links de um site anticientológico depois de a Church of Scientoly ter reclamado de direito autoral. Em outro caso, Google entregou alguns perfis do Orkut para o governo brasileiro. No entanto, a Church of Scientology fazia uma reclamação legítima, e o governo brasileiro estava agindo dentro das leis brasileiras ao investigar conteúdo supostamente de discriminação racial, homofóbico e pornográfico.

fonte: livro Google-Lições de Sergey Brin e Larry Page... autora Janet Lowe, editora Elsevier.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O nobre amador

Toda revolução é celebrada em nome de alguma abstração aparentemente nobre. E a revolução da Web 2.0 não é diferente. A nobre abstração por trás da revolução digital é a do nobre amador.
Ouvi essa expressão pela primeira vez em 2004, durante um café-da-manhã com um "Amigo de O'Reilly". Brandindo sua xícara de café, ele me disse que esses "nobres amadores" iriam democratizar o que ele chamou de "a ditadura da expertise". A Web 2.0 era a consequência mais "espantosamente" democrática da revolução digital, afirmou. Ela mudaria o mundo para sempre.
"Então em vez de uma ditadura de especialistas, vamos ter uma ditadura de idiotas", eu poderia ter respondido. Seu ideal do "nobre amador" parecia mais uma conversa fiada do Vale do Silício, apenas mais um disparate irracional exuberante.
Mas o ideal do nobre amador não tem nada de engraçado. Acredito que ele reside no cerne da revolução cultural da Web 2.0 e ameaça virar nossas tradições e instituições culturais de cabeça para baixo. Em certo sentido, é uma versão digitalizada do bom selvagem de Rousseau, representando o triunfo da inocência sobre a experiência, do romantismo sobre a sabedoria do senso comum do Iluminismo.
Que me seja permitido, portanto, começar esta viagem ao centro do mundo digital com uma definição. O sentido tradicional da palavra "amador" é muito claro. Um amador é quem cultiva um hobby, podendo ser culto ou não, alguém que não ganha a vida com seu campo de interesse, um leigo a quem faltam credenciais, um diletante. Geroge Bernard Shaw disse uma vez, " O inferno está cheio de músicos amadores", mas isso foi antes da Web 2.0. Hoje, o inferno de Shaw teria acesso de banda larga e estaria infestado de blogueiros e podcasters.

fonte: livro O culto do amador, autor Andrew Keen, editora Zahar.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Conhecer os sites de busca

Imagine que você seja um aficionado por pesca e tenha interesse em fazer uma pescaria no pantanal. Onde procuraria informações relacionadas a essa atividade? Se você citou o site de busca Google, você faz parte de um enorme contingente de pessoas, pois é exatamente nessa ferramenta que 90% dos internautas realizam suas buscas por informação. Se considerarmos o número total de usuários da Internet no Brasil, hoje em torno de 50 milhões, teremos cerca de 45 milhões de pessoas realizando buscas nessa ferramenta. Apenas para se ter uma ideia da importância das buscas, a empresa Google, surgida há cerca de 10 anos, vale hoje no mercado de ações a bagatela de 226 bilhões de dólares! Mais do que o dobro de valor da centenária Coca-Cola! Esse enorme valor financeiro é compreensível, na medida em que os sites de busca se tornaram imprescindíveis para a obtenção de informações na Internet. Afinal, onde mais se pode vasculhar mais de um trilhão de páginas espalhadas pelo planeta, até se encontrar o que se deseja, a não ser em um site de busca como o Google?

fonte: livro Google Top 10 - autor Dailton Felipini, da editora Brasport.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Como confirmar a inserção de uma página

O prazo para as ferramentas incluírem seus site pela primeira vez pode ser de algumas horas ou ao redor de uma semana, dependendo do site de busca e das características do seu site. Para verificar se o cadastramento de uma página específica no Google foi realizado, basta digitar a URL completa da página no campo de busca.
http://www.seusite.com.br/talpagina.htm

fonte: livro Google Top 10 - Como colocar seu site ou blog na primeira página do Google, autor Dailton Felipini, da editora Brasport.

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Onde vale a pena investir seu tempo

É bom você saber que existe uma enorme quantidade de sites de busca. Porém, é interessante que você saiba, também, que algo ao redor de 97% dos visitantes originários dos sites de busca virá de uma das três ferramentas abaixo:



Microsolf www.bing.com.br

Particularmente do Google, onde são realizadas 90% das buscas no Brasil. Justamente por essa razão, este livro utiliza o Google como referência para a otimização de sites. Como você terá um trabalho razoável para preparar suas páginas e gerenciar a inclusão e alteração das palavras, é recomendável que você concentre suas energias naqueles sites de busca que efetivamente vão lhe render um maior retorno. É claro que você pode divulgar suas páginas em centenas de sites de busca, mas vai perceber, depois de algum tempo, que o esforço não vale a pena. Mesmo porque, ao otimizar as páginas para o Google, usará uma melhora de posicionamento também nos outros sites de busca.

fonte: livro Google top 10 - como colocar seu site ou blog na primeira página do Google, do autor Dailton Felipini, da editora Brasport.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Pense de modo distribuído

As agências de notícias não podem mais se basear na ideia de que o mundo trilhará um caminho até sua porta. As pessoas estão encontrando seus próprios caminhos até as notícias por meio de um sem-fim de novas rotas: blogs de amigos, agregadores como o Google News e o Daylife, sites de notícias colaborativos, como o Digg, feeds no Facebook ou no Twitter, aplicativos em telefones celulares e quem sabe o que virá a seguir. Como disse um aluno de faculdade ao The New York Times em 2008: "Se a notícia for tão importante, ela me encontrará". Portanto, as agências de notícias enviando feeds, oferecendo conteúdo para redes de sites, levando suas notícias aos locais onde as pessoas estão. Essa é a nova entrega em domicilio: a Internet como entregadora de jornais.

fonte.: livro O que a Google faria? do autor Jeff Jarvis, da editora Manole.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

23andme

A google investiu US$5,9 milhões na empresa de biotecnologia de Anne Wojcicki, a 23andme.A empresa é construída sobre o conceito de mapeamento genético individualizado. O nome remete ao número de cromossomos pares no DNA humano. A empresa de Anne pode informar suas origens genéticas, sua propensão ou resistência a certas doenças e outros detalhes.
Após submeter-se a um teste genético pela 23andme, Brin descobriu que tem propensão a desenvolver a doença de Parkinson, enfermidade que atinge a mãe dele. No blog que mantém, Sergey escreveu:
Isso me coloca em posição única. Agora tenho a chance de ajustar minha vida para minimizar esse problema. Também tenho a oportunidade de desempenhar e apoiar pesquisas sobre a doença muito antes de ela poder me afetar.
E acrescentou: "Acho que tenho sorte de estar nessa posição."
Enquanto a fonte da juventude não for descoberta, todos nós teremos algumas doenças na idade avançada, apenas não sabemos ainda quais serão elas. Tenho alguma idéia, diferentemente de quase todas as outras pessoas, de quais poderão ser minhas doenças e tenho décadas para me preparar para elas.
Brin, junto com os pais, contribuiu com US$1,5 milhão para o projeto de pesquisa sobre doença de Parkinson da University of Maryland. Ele também é envolvido com Michael J. Fox Foudantion.
Anne Brin apareceu no programa "Oprah Winfrey Show" e falou sobre a gravidez e sobre o bebê. "Dei uma olhada no perfil genético de Sergey e no meu, e vimos que a criança terá 50% de chances de ter intolerância a lactose. Por causa de Sergey, a criança tem pouquíssimas chances de nascer com olhos azuis.

fonte-livro Google Lições de Sergey Brin e Larry Page, os criadores da empresa mais inovadora de todos os tempos, editora Elsevier Editora, autora Janet Lowe

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

5 dicas de busca no google

1-O Google pode ser sua agenda telefônica. Digite o nome de uma pessoa, a cidade onde mora e o estado diretamente na caixa de busca, e o Google exibirá as listas telefônicas e de endereço no topo dos resultados. Esse recusro também funciona com buscas comerciais.
2-O Google pode ser sua calculadora. Digite um problema matemático na caixa de busca e o Google irá computá-lo. Você pode soletrar as equações em palavras (dois mais dois, doze dividido por três) ou usar números e símbolos (2+2, 12/3), ou ainda digitar uma combinação dos dois (dez milhões*pi, 15% de seis).
3-Quanto mais, melhor, mas menos também pode ser bom. O Google foi criado para exibir resultados de alta qualidade, mesmo para buscas de uma ou duas palavras, então é possível manter suas buscas curtas. Mas acrescentar algumas palavras, em geral, rende resultados melhores.
Exemplo-Ao juntar informações sobre o vestibular nas universidades, inclua a palavra admissão logo depois do nome da Universidade que você quer encontrar, e resultados mais relevantes aparecerão.
4-Quando a precisão fizer diferença, use aspas. A inserção das aspas ( " palavra buscada " ) no início e no fim de uma busca de palavras, para o Google, é como uma ordem de busca das palavras exatamente como estão dispostas na caixa de busca. Isso torna o uso das aspas especialmente importante na busca por letras de música, nomes de pessoas ou expressões como "ser ou não ser", por exemplo, que incluem palavras muito comuns.
5-O Google pode ser um dicionário. digite a palavra definir seguida de dois pontos e da palavra cujo significado você deseja descobrir, e o Google lhe dará uma definição rápida como primeiro resultado da sua busca.

fonte.livro Google A história do negócio de mídia e tecnologia de maior sucesso dos nossos tempos, editora rocco, autores David A. Vise e Mark Malseed.

sábado, 15 de janeiro de 2011

ajaxWrite-ferramenta para escritório

O AjaxWrite é idêntico à de editores de texto para o desktop. Dispensa cadastro para ser usado e não oferece espaço para armazenar documentos on-line. É possível trabalhar com vários documentos de uma só vez por meio das abas que sua interface traz. Além disso, apresenta menus semelhante ao de aplicativos de desktop. Alguns recursos ainda não foram completamente implementados, como a inserção de imagens em documentos (apesar da importação de textos com imagens funcionar).
fonte.google marketing-o guia definitivo de marketing digital http://www.novatec.com.br/

8apps-ferramenta para escritório

O 8apps é um conjunto de serviços que permite conhecer outros usuários com interesses profissionais semelhantes e que permite o gerenciamento de projetos por meio de diversos recursos e ferramentas.
fonte.google marketing-o guia definitivo de marketing digital http://www.novatec.com.br/

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Google Marketing

Li e recomendo o livro Google Marketing-O guia definitivo de marketing digital, metodologia 8 pês do marketing digital, divulgação da sua marca em redes sociais, twitter, otimização de sites, marketing viral, inteligência competitiva e tudo o mais o que sua empresa precisa saber para aumentar receita e lucratividade no marketing do novo século, autor Conrado Adolpho Vaz, editora novatec.

Eleições 2008

Li e recomendo o livro Eleições 2008-O Brasil e o efeito Obama, do autor Gustavo Fleury, edição do próprio autor.

A cabeça do eleitor

Li e recomendo o livro A cabeça do eleitor-estratégia de campanha, pesquisa e vitória eleitoral, do autor Alberto Carlos de Almeida, da editora record.

Administração de informações com o google

Li e recomendo o livro Administração de informações com o google, do autor Eduardo Moraz, da editora Digerati Books.

Google

Li e recomendo o livro Google-Lições de Sergey Brin e Larry Page, os criadores da empresa mais inovadora de todos os tempos, da autora Janet Lowe, da editora Campus.

A prática do marketing político

Li e recomendo o livro A prática do marketing político-Ações de uma campanha eleitoral vitoriosa, do autor Marcelo Pimentel, edição do próprio autor pimentel.marcelo@gmail.com.

O que a google faria?

Li e recomendo o livro O que a google faria? como atender às novas exigências do mercado, do autor Jeff Jarvis, da editora Manole.

O Culto do Amador

Li e recomendo o livro O culto do Amador, como blogs, myspace, you tube e a pirataria digital estão destruindo nossa economia, culura e valores, do autor Andrew Keen, da editora zahar.

Google

Li e recomendo o livro Google-A história do negócio de mídia e tecnologia de maior sucesso dos nossos tempos, dos autores David A. Vise e Mark Malseed, da editora rocco.

A galáxia da Internet

Li e recomendo o livro A galáxia da Internet,  reflexões sobre a internet, os negócios e a sociedade, do autor Manuel Castells, da editora zahar.